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Chiara Ferragni perde mais uma parceria após escândalo

Influenciadora foi multada por prática comercial desleal

Chiara Ferragni em hotel nas montanhas (Foto: Reprodução)

Redazione Ansa

(ANSA) - A empresa Cartiere Paolo Pigna Spa anunciou no último sábado (3) a interrupção de suas relações comerciais com companhias ligadas à influenciadora digital italiana Chiara Ferragni, em meio a um escândalo de prática comercial desleal envolvendo campanhas beneficentes.

A decisão, confirmada à ANSA pela direção máxima da fabricante de artigos de papeleira, foi tomada "no cumprimento do seu código de ética corporativo, que também pode ser consultado no portal pigna.it, que exclui a colaboração com terceiros partes sancionadas pelas autoridades competentes por terem se comportado de maneira antiética".

A medida divulgada pela empresa, com sede em Alzano Lombardo, em Bergamo, confirma os rumores, citados pela imprensa italiana, sobre o encerramento da colaboração com a influenciadora com base também na retirada da marca "Chiara Ferragni Limited Edition" do site da Pigna. Ao fazer uma consulta na página online, o resultado é "Erro 404".

A colaboração entre Pigna e as empresas que se referem a Ferragni "foi de natureza exclusivamente comercial e envolveu a criação de linhas de produtos de papelaria para escola e escritório", esclareceu a empresa.

Logo depois, a Fenice Srl, empresa licenciadora das marcas da Ferragni, criticou a decisão da Cartiere Paolo Pigna Spa de interromper suas relações comerciais.

“É um comportamento ilegítimo e explorador” de Cartiere Pigna, diz uma nota da companhia que gere as marcas da influenciadora, contestando “a violação do contrato existente por Pigna e a legitimidade da interrupção unilateral das relações comerciais”.

Por causa da polêmica, Ferragni já sofreu graves danos com sua imagem e perdeu contratos, além de ter sido multada em um milhão de euros (R$ 5,3 milhões), mas afirma ter agido em boa fé e, após o escândalo, doou o valor do cachê que recebeu para fazer a campanha com um Pandoro.

Embora a propaganda levasse a acreditar que o valor das vendas iria ao Hospital Regina Margherita, em Turim, a empresa Balocco fez, na verdade, uma doação única de 50 mil euros antes do início das vendas. (ANSA).
   

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