(ANSA) - O Catar se retirou neste sábado (9) das mediações para um cessar-fogo na br/brasil/flash/internacional/2024/11/08/quase-70-dos-mortos-em-gaza-sao-mulheres-e-criancas-diz-onu_e6c55dcf-d661-4a3b-8bf2-80e279920acd.html" target="_blank" rel="noopener">Faixa de Gaza, que está envolvida há pouco mais de um ano em um sangrento conflito entre Israel e o grupo fundamentalista islâmico Hamas.
De acordo com uma fonte diplomática familiarizada com o assunto, citada pela imprensa local, o emirado decidiu abandonar as negociações pelo fato de o gabinete político do Hamas "não servir mais o seu propósito".
"O Catar informou tanto os israelenses quanto o Hamas que, enquanto houver uma recusa em negociar um acordo de boa fé, eles não poderão continuar a mediar", revelou a fonte.
Além disso, a mídia local apontou que o emirado decidiu não receber mais o Hamas após forte pressão dos Estados Unidos.
O pequeno Estado do Golfo rico em gás tem um vasto histórico de mediação de conflitos. Anteriormente, o Catar ajudou no fechamento de acordos para libertar americanos presos no Irã e no Afeganistão, além de comandar avanços diplomático em confrontos no continente africano. (ANSA).
O grupo fundamentalista islâmico Hamas informou neste sábado (9) que não recebeu nenhum pedido do Catar para se afastar das mediações para um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
"Não temos nada que confirme ou negue o que disse uma fonte diplomática não identificada e não recebemos nenhum pedido do Catar para deixar [as negociações]", informou o grupo.