(ANSA) - O governo Lula defendeu uma investigação sobre o decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que dava isenção tributária para salários de pastores de igrejas evangélicas.
"O Tribunal de Contas abriu um procedimento investigatório, e é dever do controle externo apurar aquele episódio", afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), em entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura.
A revogação dessa desoneração causou um novo atrito entre o Palácio do Planalto e a bancada evangélica, cujos deputados acusam o governo Lula de "perseguição religiosa".
"Em relação aos pastores, foi feita uma baita confusão. Há uma lei, que vai ser cumprida", explicou Haddad, que voltou a defender todas as medidas "possíveis" para melhorar a receita e alcançar o "déficit zero em 2024".
Segundo o ministro, o "secretário da Receita do governo anterior" fez um parecer errado que permitiu o beneficio fiscal para pastores evangélicos. (ANSA)
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